A cirurgia é indicada quando há nódulos suspeitos de malignidade, crescimento significativo que cause sintomas (como dificuldade para engolir ou respirar) ou produção excessiva de hormônios sem controle clínico. A avaliação detalhada com exames de imagem e biópsia define a melhor conduta.
Nem sempre. Cistos, cálculos e algumas lesões benignas podem ser tratadas de forma conservadora. No entanto, tumores e infecções recorrentes podem exigir cirurgia para evitar complicações e preservar a função glandular.
Sim, principalmente se forem feridas que não cicatrizam, crescem rapidamente, sangram ou mudam de cor e formato. O diagnóstico precoce é essencial para um tratamento eficaz. Exames clínicos e biópsias ajudam a confirmar a natureza da lesão.
A biópsia é realizada quando há linfonodos aumentados ou persistentes, sem causa aparente. Pode ser feita por punção com agulha fina (PAAF) ou remoção cirúrgica do linfonodo para análise mais detalhada, auxiliando no diagnóstico de infecções, doenças autoimunes ou câncer.