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Dra. Claudia Cozendey

Gastroenterologista

Dra. Claudia Cozendey Parada

CRM: 52.95919-7

Médica gastroenterologista, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sempre tive uma paixão especial pelo conhecimento acadêmico e pela constante evolução da medicina. Desde 2019, atuo como gastroenterologista no Hospital da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde me dedico tanto ao atendimento de pacientes quanto ao ensino e treinamento de novos médicos residentes na área de gastroenterologia.

Como membro da Federação Brasileira de Gastroenterologia e da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, mantenho-me atualizada nas melhores práticas da especialidade.

Meu diferencial está na avaliação completa e integrada dos pacientes, unindo conhecimentos clínicos e endoscópicos para oferecer um diagnóstico preciso e um tratamento personalizado para cada caso. Sigo as melhores evidências científicas e busco a excelência no acompanhamento de cada paciente, com um atendimento humanizado, acolhedor, informativo e participativo.

O QUE EU TRATO:

Doenças do esôfago
  • Esofagite eosinofílica e outras esofagites
  • Doença do refluxo gastroesofágico / azia
  • Distúrbios motores do esôfago / dificuldade para engolir (disfagia)
Doenças do estômago
  • H.pylori
  • Úlceras
  • Gastrite atrófica
  • Má digestão e dispepsia funcional
  • Náuseas e vômitos
Doenças do fígado, pâncreas e vias biliares
  • Esteatose hepática
  • Hemocromatose hereditária
  • Alteração de enzimas do fígado e do pâncreas
  • Cálculos e pólipos na vesícula biliar
  • Pancreatites agudas e crônicas
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Doenças do intestino
  • Síndrome do intestino irritável
  • Supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO) e outras disbioses
  • Intolerâncias alimentares (lactose, frutose, rafinose)
  • Doença Celíaca
  • Diverticulose/ diverticulite aguda
  • Constipação intestinal (prisão de ventre)
  • Diarreias agudas e crônicas
  • Distensão e dor abdominal / excesso de gases
  • Pólipos
  • Colite
Outros:
  • Interpretação e realização de exames endoscópicos
  • Investigação e tratamento de deficiências nutricionais, como de ferro e vitamina B12
  • Investigação e tratamento de sangramentos digestivos 
  •  

DEPOIMENTOS

CONHEÇA OS ATENDIMENTOS:

CONSULTA PRESENCIAL
Consulta presencial com avaliação completa e personalizada para o diagnóstico e o tratamento de problemas digestivos.
CONSULTA ONLINE
Consulta online prática e segura, realizada por vídeo-chamada, para cuidar da sua saúde digestiva onde você estiver. As solicitações de exames e receitas são emitidas com assinatura eletrônica e QR code válidos em todo território nacional.

Veja as principais dúvidas dos pacientes

Principais Dúvidas

Se você tem desconfortos frequentes, como dores abdominais, azia, dificuldade para engolir, inchaço, flatulência, náuseas ou alterações no intestino (diarreia ou prisão de ventre, sangramento), é hora de buscar ajuda especializada. A gastroenterologista é a médica capacitada para diagnosticar e tratar uma série de condições que afetam o sistema digestivo, como o esôfago, o estômago, o intestino, o reto, o fígado, as vias biliares e o pâncreas.
A síndrome do intestino irritável (SII) é uma condição caracterizada por alterações nos hábitos intestinais, como diarreia e/ou constipação, inchaço e dor abdominal recorrente. O diagnóstico é clínico, preenchidos os critérios de sintomas, já permitindo instituir tratamento. Mas devemos sempre excluir, de acordo com quadro clínico e presença ou não de sinais de alarme, doenças que podem justificar alguns desses sintomas, como doença inflamatória intestinal, doença celíaca, parasitose, intolerância alimentar, SIBO, colite microscópica (diarreia), neoplasia, doenças metabólicas. Para isso, podemos utilizar exames laboratoriais, endoscopias e testes de imagem. O tratamento da SII inclui ajustes na dieta, controle do estresse e, em alguns casos, medicamentos para aliviar os sintomas.
O diagnóstico de intolerâncias alimentares, como à lactose ou ao glúten, envolve uma avaliação clínica detalhada, testes de intolerância específicos (como testes respiratórios para lactose) e, em alguns casos, dietas de eliminação. Exames de sangue e endoscopias também podem ser utilizados para detectar condições relacionadas, como a doença celíaca, uma reação imunológica ao glúten.

Causas mais frequentes de excesso de gases: intolerâncias alimentares (ex lactose, frutose, sorbitol, rafinose – leguminosas, hortaliças e grãos); parasitoses (ex giardíase); supercrescimento bacteriano no intestino delgado – SIBO; síndrome do intestino irritável; doença celíaca; constipação; ingestão excessiva de alimentos fermentativos.

Se a diarreia tem duração maior do que 30 dias, é considerada crônica. Existem diversas causas a serem investigadas e que demandam tratamentos diferentes, como doença inflamatória intestinal (Crohn, retocolite ulcerativa), doença celíaca, parasitose e outras infecções, secundária a medicações em uso, neoplasia, colite microscópica, insuficiência exócrina pancreática, intolerância alimentar, supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO), síndrome do intestino irritável, pós colecistectomia, hipertireoidismo etc.
Constipação (prisão de ventre) crônica ou recorrente deve ser investigada. Causas incluem distúrbios metabólicos (a exemplo de diabetes, hipotireoidismo e hipercalcemia), neoplasia, dissinergia do assoalho pélvico, efeito colateral de medicações, disbiose, síndrome do intestino irritável, entre outros, com tratamentos diferentes. A causa mais frequente é a funcional, quando não há alterações patológicas outras que justifiquem. O tratamento da constipação funcional consiste inicialmente no tripé atividade física + consumo de fibras + ingestão adequada de líquidos. Em não sendo suficiente, associamos laxativos, com escolha inicial dos osmóticos (como PEG/muvinlax).
Há tipos de esofagite que podem, sim, estar associados a entalo, como a decorrente da doença do refluxo gastroesofágico (principalmente quando há estreitamento do esôfago), a esofagite eosinofílica e a esofagite infecciosa (ex: candidíase). Além disso, precisamos diferenciar do globus faríngeo. Todo entalo (disfagia) deve ser investigado.

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